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Paris parou para assistir ao primeiro desfile de Pierpaolo Piccioli à frente da Balenciaga

. A estreia marcou o início de um novo capítulo da maison francesa, que troca a estética provocativa dos últimos anos por uma visão mais sensível, sofisticada e profundamente conectada ao legado de Cristóbal Balenciaga.


Na passarela, a alta-costura ganhou formas esculturais, volumes monumentais e uma construção impecável. Capas dramáticas, vestidos de silhuetas arquitetônicas, plumas, bordados artesanais, casacos de cashmere e luvas de couro compuseram uma coleção que celebrou o luxo em sua essência. A cartela de cores transitou entre o preto absoluto, o branco, o vermelho intenso e tons vibrantes, imprimindo leveza e emoção à coleção.


O desfile reuniu algumas das personalidades mais influentes da moda e do entretenimento, transformando a primeira fila em uma extensão do glamour da passarela.

Um dos momentos mais aplaudidos foi o retorno de Gigi Hadid à alta-costura, em uma entrada impactante com um look inteiramente revestido por plumas.
Mais do que apresentar uma coleção, Piccioli apresentou um manifesto.

A Balenciaga resgata o refinamento da alta-costura sem abrir mão da contemporaneidade, reafirmando que inovação também pode nascer da elegância, da técnica e da emoção.


O resultado foi uma coleção que reposiciona a maison no cenário da moda internacional e sinaliza uma nova direção criativa: menos choque, mais beleza; menos excesso, mais identidade.

Uma estreia que já entra para a história da alta-costura parisiense.

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